Pra

Já faz tempo conheço Gustavo Prafrente.
Estudamos na mesma universidade e por diversas afinidades moramos juntos e tivemos uma dupla em Artes Visuais. Felizmente após o desfecho profissional da dupla nos mantivemos próximos, acreditando e apoiando um ao outro.

Prafrente, como ele mesmo diz, decidiu ter a postura de um músico em relação ao mundo, embora tenha ainda uma produção na área das artes visuais...




Durante as duas últimas semanas prafrente está gravando seu álbum de estréia e chamou a mim e a Filipe Vaz (Tomate) para fazermos uma parceria, também me chamou para uma pequena entrevista/relato que ocorreu no domingo passado.
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Uma breve impressão de domingo:

-As pessoas foram chegando por volta das 11h.
-Estávamos lá em 7 pessoas.
-Cozinhamos, e almoçamos no quintal da casa no bairro do Bexiga.
-Nos ajeitamos para a “entrevista”.




Percebi pela fala das pessoas o que aquele processo tinha gerado nelas, e me impressionou em como em tão pouco tempo houve dedicação e amor ali...

Parabéns gustavoprafrente por estar inserindo mais do que trabalho: sentimentos.
Parabéns: Vitor Moraes, Fernando Rischbieter, Francisco Orlandi Neto, Dw Ribatski, Matheus Barsotti e Regiane Ishii pela abertura que mostraram ter em acolher o que lhes foi proposto.


                                          crédito foto: Chico Orlandi

                                          crédito foto: Vitor Moraes

                                           crédito foto: Gustavo Prafrente





Colaboração


Tenho pensado sobre a necessidade da colaboração nos dias de hoje.
E qual a possibilidade real de tal.

Entendo que seja necessário formar núcleos/grupos heterogêneos de duração variável, mas com ações efetivas.
Isso caso seja de interesse alguma espécie de construção.

E caso seja, é preciso faze-lo com objetividade, comprometimento, profissionalismo...

Porém, de fato agora, estamos envelhecendo e a maioria das pessoas mais próximas possuem ou procuram um emprego fixo. Somos classe média.

Assim, acho que parte da produção em São Paulo deva ocorrer em tempos “entre”.

Resíduos Digitais

Econtrei as imagens abaixo.
Feitas na época da Red Bull...






Século 21

Já falei aqui sobre minhas preocupações atuais em artes visuais.
Um pequeno comentário sobre o mesmo assunto.

Talvez a partir de meus interesses iniciais e minha própria formação na Unicamp, acredito que a arte sempre surgiu da vivência e relação entre homens e objetos. Era assim, antes de tudo, quando houve da minha parte interesse em artes.

Embora uma graduação ou cursos na área nos dêem bases "conceituais" para a elaboração do trabalho, é imprescindível que se retorne sempre ao fazer, ao primitivo da ação e seu estágio fenomenológico.

Dessa forma, cada vez mais acredito que o "projetar" se reserva principalmente à artistas, curadores e críticos presos ainda à metodologias científicas, ensinadas como já dito em universidades e cursos. Caso recorrente na cidade de São Paulo.

Acredito assim, que essas mesmas bases de formação, necessárias em determinados momentos, devem ser afloradas em contextos e situações específicas que nos colocamos a viver. Assim como todas memórias acessadas, que se resignificam e se reformulam no cotidiano.

Carnaval 2011

Carnaval em sampa
convivendo com os amigos 
encontrando e conhecendo tantos outros