Low é High


-Criar e ver a portabilidade nas coisas: materiais e ferramentas.
-O corpo.
-A ação.
-Formas de registrar.

Somos nós

Esse mês de residência artística me mostrou a possibilidade de se ver outra São Paulo.
Vivi o centro e as pessoas que lá estavam. Vivi o amor e ódio à sampa.
E pela intensidade disso, é preciso estar pronto também para um "rebote".

Que nada mais é que uma reação à uma ação.
Mas que pode trazer medo, solidão.
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Nesse final de semana vivi também meus antigos amigos, e isso se torna uma espécie de preparação para isso.
Não uma preparação medrosa, mas um processo de territorialização.

E sobre essas novas uniões, e aprofundamento de antigas, percebo a nossa potência como família, grupo, classe.
Fortalecer e apoiar o outro. 
Reforçar que àquele não está sozinho.

Algo do que estamos fazendo...(e acabou)

Ontem reparei que muitos que estão trabalhando com arte nesse momento, e próximas a mim, possuem processos semelhantes em suportes variados (singularidades).
A criação de novas relações de significados entre: matérias, formas, temas etc. Pela aproximação, sobreposição, dos objetos.

A foto acima foi retirada antes do término de um encontro que ocorreu ontem na Red Bull House Of art e evidencia esse príncipio. Teve continuidade até àquele momento, e espero que posteriormente, por todos aqueles que estavam ali e começaram a se atentar a compor com as cervejas e objetos consumidos. 

Pois bem, acredito então que o interessante em uma residência está nesse ponto. 
Quando essas singularidades se demonstram, mas começam a se diluir como "obra" ou afirmação do sujeito.