1/2
1/2 foi um trabalho realizado na mostra Projeto Imóvel em 2011.
uma apropriação de uma estrutura metálica, antiga placa de corretagem imobiliária, encaixada na arquitetura do edifício Copan.
a estrutura tangenciou a curva arquitetônica do espaço e criou novas dimensões para esse com o uso também de uma iluminação fluorescente.
considero que não consegui criar registros que dessem conta da apresentação total do trabalho.
por isso esse texto de apresentação.
uma apropriação de uma estrutura metálica, antiga placa de corretagem imobiliária, encaixada na arquitetura do edifício Copan.
a estrutura tangenciou a curva arquitetônica do espaço e criou novas dimensões para esse com o uso também de uma iluminação fluorescente.
considero que não consegui criar registros que dessem conta da apresentação total do trabalho.
por isso esse texto de apresentação.
breve comentário
Fico feliz e agradeço às pessoas e espaços que me proporcionaram registros importantes como: corridinha, MARELA e meu último vídeo postado.
narrativas cotidianas - Denominação (Região Av.Paulista 14/12/11-16:10/19:30)
Marília
Lia
Bahia
Luiza
Serra
Noel
Isa.
Lia
Bahia
Luiza
Serra
Noel
Isa.
Narrativas Cotidianas
Pela evidenciação da poesia existente na vida.
A tentativa de apresentação do cotidiano.
Algo que ultrapasse minha singularidade.
narrativas cotidianas- insociável-intratável/intratável-insociável
Fui a um evento de performance.
Um rapaz fazia uma performance na qual distribuía páginas de um dicionário.
Recebi, entre outras, as páginas grifadas abaixo. Provavelmente de sua autoria.
(aperte Ctrl+ após abir a imagem para melhor visualização)
I Mostra do Programa de Exposições Centro Cultural São Paulo
Recebi por e-mail o relato abaixo, feito por Raoni Garcia que participa do Edital de Projetos de Mediação em Arte do CCSP, com o projeto Linhas de encontro... Atrás do desejo e da criação.
Nele, Raoni se refere ao trabalho realizado por mim para a I Mostra do Programa de Exposições em cartaz até 14/8.
Achei muito interessante a forma com que Raoni, mesmo sem me conhecer pessoalmente, manifestou sua experiência.
Publico aqui seu texto e registros fotográficos dos trabalhos realizados para a mostra.
Nele, Raoni se refere ao trabalho realizado por mim para a I Mostra do Programa de Exposições em cartaz até 14/8.
Achei muito interessante a forma com que Raoni, mesmo sem me conhecer pessoalmente, manifestou sua experiência.
Publico aqui seu texto e registros fotográficos dos trabalhos realizados para a mostra.
Relato 1
Piso no invertido chão __ parede.
Rolo na travestida parede __ chão.
Caminho na linha de piso tátil azul sobre o branco.
Imaginando...
Imaginamos novas perspectivas. Experimentamos este aqui/agora, pleno em materialidade do instante já.
Quem não reconhece as placas de chão ‘Guia cego’? Quem observa, e não compreende a funcionalidade deste objeto?
Ernesto (Sim. Como geração espontânea brota a identidade da persona/performer.) compartilha suas dúvidas onde todos nos reconhecemos nelas.
Lugar comum. Comum a todos.
O movimento dança no corpo a ação que surge da necessidade de deslocamento no espaço-tempo. Aqui nos encontramos, e por um instante nos perdemos no tempo-espaço.
Mas essa é apenas UMA das possibilidades.narrativas cotidianas
No ônibus Praça Ramos.
Observo a senhora do banco da frente que escreve durante todo o caminho em alguns papéis.
No ponto em que a senhora desce ela me dá um exemplar.
Observo a senhora do banco da frente que escreve durante todo o caminho em alguns papéis.
No ponto em que a senhora desce ela me dá um exemplar.
narrativas cotidianas- Invasão Perdizes 14/5/2011
No dia 14 desse mês, após uma festa no bairro de Perdizes, entrei numa casa em reforma próxima a Rua Cardoso de Almeida.
Era noite, e foi um pouco difícil caminhar pelo espaço.
Registrei entre outras coisas essa possibilidade abaixo.
Era noite, e foi um pouco difícil caminhar pelo espaço.
Registrei entre outras coisas essa possibilidade abaixo.
CCSP 2011
21/12/2010 - 07h35
Centro Cultural São Paulo anuncia 18 artistas selecionados para 2011
Publicidade
DE SÃO PAULO
O Centro Cultural São Paulo selecionou entre 382 inscritos 18 artistas para participar de seu programa de exposições em 2011. Cada um deles ganhará exposição individual no espaço coletivo do centro cultural ao longo do ano.
A comissão de seleção foi formada pela artista plástica Carmela Gross, pela historiadora Valéria Piccoli, pelo crítico de arte Fernando Cocchiarale, pelo diretor do CCSP, Ricardo Resende, e por José Augusto Ribeiro, curador de artes visuais da instituição.
Os contemplados foram:
Antonio D´Horta
Aruan Mattos Lopes e Flavia Regaldo
Bruno Baptistelli
Bruno Storni
Bruno Vieira
Carolina Caliento
Daniel de Paula
Daniel Scandurra
Flora Leite
Karen Kabbani
Lucas Arruda
Mariana Gallender
Nathan Tyger
Rafael Adorjan
Regina Parra
Rodrigo Torres dos Santos
Tatewaki Nio
Thales Leite
2010/2011
pela primeira vez reparei quão longe é o natal do reveillon
pela primeira vez vi que dezembro é um mês longo
pela primeira vez entendi que o 1º dia do ano tem razão em sê-lo
pela primeira vez entendo que um ano começa, e que por isso será longo.
Red Bull House of Art
Sábado agora teve abertura da exposição da 3ª edição da Red Bull House of Art.
Participei da 2ª edição e ver a "galeria" pintada novamente me lembrou que não havia postado sobre o trabalho que lá realizei como finalização do processo.
.
Essa residência ocorre no edifício Sampaio Moreira na Rua Libero Badaró no Centro de São Paulo, prédio que estava abandonado fazia alguns anos.
Agora o edíficio passa por um processo de restauro em seus andares e esse processo se dá pela mudança da Secretaria de Cultura de São Paulo para o mesmo nos próximos anos.
Meu trabalho consistiu em restaurar os azulejos cobertos de branco.
Gerwald Rockenschaub
Sobre o ponto que você começa a resolver a astúcia da arte:
(algo assim)
SAC 42 - terceira parte
Voltei à cidade no final de semana seguinte a troca de emails como havia combinado.
Pensei a respeito do que deveria fazer tendo em consideração o período de uma exposição, a real intenção do trabalho e o público visitante.
Achei justo realizá-lo novamente a partir do conceito esboçado no texto da primeira parte desses três posts.
Modifiquei seu local inicial e sintetizei sua apresentação a dois materiais: o plástico já coletado e sacos cheios de entulhos.
SAC 42 - segunda parte
Uma semana após realizar o trabalho houve uma forte chuva e recebi um telefonema da organização.
Respondi por email que tinha que pensar a respeito e que iria à cidade novamente.
Recebi como resposta um email aberto à organização e curadores com fotos em anexo, o qual respondi com o email abaixo:
From:bbaptistelli@hotmail.com
Olá,
Fique tranquilo que não estou descontente com a apresentação atual do trabalho(fotos abaixo), vocês tem se mostrado bastante atenciosos e por enquanto o trabalho deve ser mantido como se encontra.
Na verdade eu entendo que esse seja um momento do trabalho, inclusive esboçado no texto anterior que enviei, mas também em anexo.
Acho que a natureza venceu uma ação humana. (Isso também porque não utilizei, e não costumo utilizar nesse tipo de trabalho, materiais além dos encontrados em caçambas e entulhos)
Me mostra também a dificuldade de inserção de um trabalho geralmente realizado na rua, em uma instituição, sem que isso se dê pelo viés do registro fotográfico, e sim de encontro com a ação e a matéria.
De certa forma, demonstra ainda o momento em que o resíduo retorna a sua qualidade inicial de resíduo, o que acho interessante em termos históricos do objeto de arte.
Bem, o projeto original era para ser realizado dentro do espaço expositivo e só foi realizado externamente porque me foi pedido.
Talvez possa ser uma solução, em termos de manutenção ou apresentação, retornar a idéia original, o que acha?
De qualquer maneira irei à cidade no sábado avaliar pessoalmente se esse momento será incorporado, ou remontado com possíveis instruções de manutenção.
Tudo bem para vocês? Você estará no sábado na Pinacoteca ou alguém da organização?
Aproveitando também esse canal aberto, se possível gostaria de saber a posição do juri em relação ao assunto.
Vamos nos falando!
Grande abraço à todos!
B.
A organização, como combinado, me mandou as fotos de como o trabalho estava após as chuvas:
SAC 42 - primeira parte
O computador quebrou, queria ter postado sobre o 42 Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba um pouco antes...Serão três posts para falar de 3 momentos do trabalho que fiz por lá.
Como forma de apresentação pedagógica do trabalho realizado lá no SAC 42 escrevi o texto abaixo o qual foi enviado aos organizadores e pessoas envolvidas no evento.
Rio e Curva do Rio
Em meu projeto proposto para o SAC42º manifestei minha vontade de realizar um trabalho que denominei por: objeto/pintura site specif no espaço expositivo da Pinacoteca Municipal de Piracicaba. Tratava-se de um projeto em que me deslocaria para a cidade de Piracicaba, recolheria materiais abandonados na própria cidade, e posteriormente montaria o trabalho tal como dito anteriormente.
Ao ser selecionado para o Salão, fui comunicado por telefone que deveria criar um trabalho para o lado exterior da mesma pinacoteca.
No dia 28 de outubro fui à Piracicaba com pouca ou nenhuma idéia do que iria me deparar naquela cidade. Obviamente, essa situação já era prevista e portanto, tratei de conhecer minimamente o entorno da Pinacoteca e da Rodoviária. Nesse mesmo trajeto, fui recolhendo materiais e observando a paisagem.
Ao chegar ao fim da Rua Morais Barros, rua onde fica a Pinacoteca, retirei a foto acima.
Nela observamos a tranquilidade das águas de um lado, em contraponto à pequena agitação do outro. Essa pequena agitação se dá pelo acúmulo natural de objetos da natureza (pedras, galhos, folhas) e possívelmente de objetos de uso domésticos (restos de móveis, papelões etc.) que ocorre nas curvas de rios.
Após recolher material suficiente nas caçambas e entulhos da cidade, comecei a manipulá-los na área externa da Pinacoteca, descobrindo o corrimão como possível suporte para uma intervenção.
Nesse momento, a ação de se realizar um trabalho artístico extrapola intenções racionalizadas a priori e apresenta-se como diálogo entre corpo e matéria. Existindo pela manipulação/ relação e deixando como “produto” um registro, resíduo, ou obra.
No meu caso em específico, enxerguei a dualidade existente num corrimão, que divide e determina um caminho, a possibilidade de se estabelecer um paralelo com minha observação do Rio.
Calha de escoamento de água proveniente do telhado da pinacoteca
Bruno Baptistelli(Beba)
novembro 2010
Algo do que estamos fazendo...(e acabou)
Ontem reparei que muitos que estão trabalhando com arte nesse momento, e próximas a mim, possuem processos semelhantes em suportes variados (singularidades).
A criação de novas relações de significados entre: matérias, formas, temas etc. Pela aproximação, sobreposição, dos objetos.
A criação de novas relações de significados entre: matérias, formas, temas etc. Pela aproximação, sobreposição, dos objetos.
A foto acima foi retirada antes do término de um encontro que ocorreu ontem na Red Bull House Of art e evidencia esse príncipio. Teve continuidade até àquele momento, e espero que posteriormente, por todos aqueles que estavam ali e começaram a se atentar a compor com as cervejas e objetos consumidos.
Pois bem, acredito então que o interessante em uma residência está nesse ponto.
Quando essas singularidades se demonstram, mas começam a se diluir como "obra" ou afirmação do sujeito.
Assinar:
Postagens (Atom)



















