Somos nós

Esse mês de residência artística me mostrou a possibilidade de se ver outra São Paulo.
Vivi o centro e as pessoas que lá estavam. Vivi o amor e ódio à sampa.
E pela intensidade disso, é preciso estar pronto também para um "rebote".

Que nada mais é que uma reação à uma ação.
Mas que pode trazer medo, solidão.
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Nesse final de semana vivi também meus antigos amigos, e isso se torna uma espécie de preparação para isso.
Não uma preparação medrosa, mas um processo de territorialização.

E sobre essas novas uniões, e aprofundamento de antigas, percebo a nossa potência como família, grupo, classe.
Fortalecer e apoiar o outro. 
Reforçar que àquele não está sozinho.